Período natalino, fim de ano. É nesta época que desaba sobre a civilização ocidental, a peste das confraternizações. As pessoas piram, acreditam loucamente na ressurreição de Cristo. Contraditoriamente, é por meio do consumismo desmesurado, que “pessoas” pensam no ressurgimento de Cristo, mediante a troca de presentes. Quem nunca presenciou uma festa natalina, em repartição pública ou empresa, pontuada pelo discurso Cristão, e concluída na base do desapontamento? Dê a primeira pedrada. O motivo central não foi Cristo, e sim a diferença de preço entre o presente dado e o, recebido. Falar em Natal é fazer referência a Papai Noel. Figura senil e capaz de apagar a importância do leitmotiv natalino. Ou seja, o nascimento de Cristo. É do conhecimento geral, que Papai Noel estimula o consumismo. Isso é óbvio. O capitalismo ocidental, teria que ser muito criativo, para estimular a dinâmica da troca de presentes por meio da figura de Jesus Cristo. Afinal, o filho do carpinteiro expulsou os “camelôs” do templo de Jerusalém. Atualmente, se Jesus pega Papai Noel pelas esquinas da vida. Jesus ganharia uma condenação por homicídio doloso.
Antes de pensar o Natal como a festa da troca de presentes, devemos semear a mensagem cristã. Independente da religião. Cristo incentivou a harmonia entre nossa espécie, não somente entre pessoas com afinidades. Mas também com a diversidade. Devemos lembrar que foi Jesus o responsável, por impedir o apedrejamento de uma prostituta. Quem acusar esse texto de pieguice, pense bem antes falar. Eu não estou impregnado do espiríto Natalino. Farei a mesma coisa que as crianças fazem com os carrinhos de brinquedo na manhã de Natal, arrancarei os aparelhos locomotores com um sorriso pueril.